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0 Plano Safra Semiárido vai destinar R$ 700 milhões para Pernambuco
domingo, 4 de agosto de 2013
Marcadores:
Agricultura
O Governo Federal vai destinar cerca de R$ 700 milhões para ajudar as famílias de agricultores e pecuaristas de Pernambuco que tiveram prejuízos na lavoura e criação de animais no interior do estado. O benefício faz parte do Plano Safra Semiárido 2013-2014, lançado nesta sexta-feira (2), às 9h, no Centro de Convenções, em Olinda. Ao todo, o país deve receber R$ 7 bilhões em recursos para incentivar as famílias do interior a investir na atividade que desenvolvem e minimizar as dificuldades nos períodos de seca.
Pernambuco é o sétimo estado contemplado com parte dos recursos do programa. A Defesa Civil de Pernambuco confirma que 128 municípios ainda estão em situação de emergência, mesmo sendo agosto um mês ventos fortes e chuva em algumas áreas do litoral, Zona da Mata e parte do Agreste pernambucano. No estado, a produção de leite caiu em 60% e 710 mil animais morreram, abatidos precocemente ou levados para outros estados.
De acordo com o ministro do Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas, o dinheiro será distribuído para que os agricultores possam guardar recursos para períodos de seca, um problema da natureza que não pode ser controlado.
0 MOMENTO AGRÍCOLA Nº 5: CURVAS DE NÍVEL
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Marcadores:
Agricultura
Curva de nível é um sistema de cultivo, seguindo as cotas altimétricas da região em questão. As curvas ajudam
a reter os elementos solúveis do solo, permitindo a intensificação
da produção. Se a inclinação for grande, as curvas devem ser mais próximas umas
das outras e caso contrário, devem ser mais espaçadas.
A água das chuvas, ao encontrar os sulcos com as plantas, não
escorre e se infiltra no solo, deixando-o úmido e evitando a erosão e a
lixiviação.
As curvas de nível fazem com que não ocorra alta lixiviação dos
nutrientes do solo,dando uma média de velocidade menor da água onde se
perderiam muitos minerais que são carregados pela molécula de água,através de
trocas cationicas.
0 MOMENTO AGRÍCOLA Nº 3: MEDIDAS AGRÁRIAS
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Marcadores:
Agricultura,
Prefeitura Municipal de Tabira
As medidas de superfície estão presentes em nosso cotidiano,
principalmente em situações relacionadas à compra de um terreno, aquisição de
uma casa ou apartamento, pintura de paredes, ladrilhamento de pisos, entre
outras situações. O metro quadrado (m²) é a medida mais utilizada na medição de
áreas, mas em algumas ocasiões, outras unidades de medidas como o km² são
utilizadas. Por exemplo, na previsão da área de uma reserva florestal ou na
medição de um lago de uma usina hidrelétrica, o km² é considerado uma medida
mais usual, pois expressa superfícies de grandes extensões.
Mas vamos compreender o que significa m² e km².
São medidas que expressam qualquer superfície regular ou irregular, na forma de uma região quadrada. Se dizemos que uma área possui medida igual a 200 m², estamos ressaltando que sua superfície é composta de 200 quadrados, com lados medindo 1 metro. No caso de áreas com medidas expressas em km², como por exemplo, 100 km², estamos nos referindo a uma região que comporta 100 quadrados, com lados medindo 1 km.
No Brasil, além das unidades usuais referentes ao m² e ao km², as pessoas utilizam algumas medidas denominadas agrárias. Entre os proprietários de terras e corretores, as medidas utilizadas cotidianamente são as seguintes: are (a), hectare (ha) e o alqueire. Entre as medidas agrárias, o are é considerado a unidade de medida fundamental, correspondendo a uma superfície de 100 m², mas atualmente ele é pouco utilizado.
O hectare é ultimamente a medida mais empregada em área de fazendas, chácaras, sítios, regiões de plantações e loteamentos rurais, equivalendo a uma região de 10 000 m². O alqueire foi uma das medidas agrárias mais utilizadas pelos fazendeiros, mas atualmente ele é considerado uma medição imprópria, em virtude das diferentes quantidades de m² utilizados pelos estados brasileiros.
O alqueire paulista é equivalente a 24 200 m², o mineiro e o goiano correspondem a 48 400 m², enquanto que o alqueire da região Norte é igual a 27 225 m². Essa inconsistência de medidas entre os estados e a deficiência organizacional quanto à equiparação da unidade alqueire, tem contribuído para que os proprietários de terras abandonem esta unidade de medição, prevalecendo uma medida de padrão nacional, como o hectare.
Por JANDSON MENESES BARBOSA – ENGENHEIRO AGRÍCOLA / DIR. DE
AGRICULTURA DA PREFEITURA DE TABIRA
Informações, ligar para os telefones: (87)
96675577 / 91313702
0 MOMENTO AGRÍCOLA Nº 2:: A BRUCELOSE
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Marcadores:
Agricultura,
Prefeitura Municipal de Tabira

Também
conhecida como febre de Malta, de Gilbratar, febre mediterrânea, ou febre
ondulante, a brucelose é uma doença infecciosa causada por
diferentes gêneros da bactéria Brucella – Brucella abortus (gado), Brucella
suis (suínos), Brucella melitensis (caprinos), Brucella cannis
(menos comum) – transmitida dos animais para os homens. A infecção ocorre
quando eles entram em, contato direto com animais doentes ou ingerem leite não
pasteurizado, produtos lácteos contaminados (queijo e manteiga, por
exemplo) carne mal passada e seus subprodutos.
O risco
de contrair a infecção é maior no caso de homens adultos que trabalham com
a saúde, criação e manejo de animais ou nos abatedouros e casas de carne. No
entanto, mulheres e crianças também podem ser infectadas, assim como
é possível a transmissão vertical da enfermidade da mãe para o feto.
A brucelose
humana é considerada uma doença profissional pelos órgãos da
Saúde Pública.
Sintomas
O período
de incubação pode variar de 5 dias até vários meses.
Na forma
aguda, de evolução insidiosa, os sintomas podem ser confundidos com os
da gripe: febre intermitente/recorrente/ondulante, sudorese noturna (suor
com cheiro de palha azeda), calafrios, fraqueza, cansaço, inapetência, dor
de cabeça, no abdômen e nas costas.
Na forma
crônica, os sintomas retornam mais intensos. Os mais característicos
são: febre recorrente, grande fraqueza muscular, forte dor de cabeça,
falta de apetite, perda de peso, tremores, manifestações alérgicas (asma,
urticária, etc.), pressão baixa, labilidade emocional, alterações da
memória.
Brucelose é
uma doença sistêmica que, nos quadros mais graves, pode afetar vários
órgãos, entre eles o sistema nervoso central, o coração, os ossos, as
articulações, o fígado, o aparelho digestivo.
Diagnóstico
Levantamento pormenorizado
da história do paciente e avaliação clínica criteriosa são fundamentais
para chegar ao diagnóstico. Exames de laboratório, como o hemograma, os
testes de cultura para isolamento da bactéria no sangue, na medula óssea e
em outros tecidos e as provas sorológicas também são muito úteis para
estabelecer o diagnóstico.
Tratamento
e prevenção
Não existe
vacina contra a brucelose humana. A prevenção da doença
depende diretamente do controle e erradicação da bactéria nos animais.
Nesse sentido, são medidas importantes os cuidados com a higiene pessoal,
com os utensílios de trabalho, com o preparo e escolha dos alimentos,
principalmente da carne e subprodutos e do leite (que deve ser pasteurizado
ou fervido) e seus derivados.
O tratamento
da brucelose tem como base a associação de antibióticos (tetraciclina,
gentamicina, doxiciclina) e deve ser mantido por seis semanas.
Durante
as crises da doença aguda, o paciente deve permanecer em repouso e
bem hidratado.
Recomendações
* O abate
sanitário do rebanho é a única forma de eliminar os focos de brucelose;
* A
doença é uma zoonose de distribuição universal e as medidas de prevenção
são as mesmas em todos os lugares;
* Os
profissionais devem usar roupas, luvas e sapatos adequados, se o trabalho
oferecer algum risco para a infecção.
Informações, ligar para os telefones: (87)
96675577 / 91313702
JANDSON MENESES BARBOSA – ENGENHEIRO AGRÍCOLA / DIR. DE
AGRICULTURA DE TABIRA
0 Momento Agrícola: A Febre Aftosa
quinta-feira, 27 de junho de 2013
Marcadores:
Agricultura
A febre aftosa é uma doença
infecciosa causada por vírus. Ela atinge animais de cascos bipartidos, como
bovinos, bubalinos, ovinos, caprinos e suínos. É uma doença altamente
contagiosa que possui sete soros imunologicamente distintos, são eles: A, O, C,
SAT1, SAT2, SAT3 e Asia 1, sendo que no Brasil encontramos apenas os tipos A, O
e C.
O vírus da febre aftosa é altamente contagioso e
pode ser transmitido através da baba do animal, que contém grande quantidade de
vírus. O sangue dos animais infectados também contém grande quantidade de vírus
durante a fase inicial da doença. O vírus dessa doença é muito resistente,
podendo resistir por meses na medula óssea do animal (mesmo depois de morto),
no pasto, na farinha de ossos e no couro.
A doença também pode ser transmitida por contato
indireto, através de alimentos, água, ar, pássaros e humanos que cuidam dos
animais, e que podem levar os vírus em suas mãos, roupas ou calçados, e
infectar animais sadios.
Os primeiros sintomas apresentados pelo animal
são febre alta e perda do apetite, seguidos de aftas na boca, na gengiva ou na
língua, e principalmente por feridas nos cascos ou nos úberes. O animal baba
muito, contaminando todo o ambiente e tem grande dificuldade para se alimentar
e para se locomover, em razão das feridas nos cascos. A produção de leite, o
crescimento e a engorda ficam prejudicados. A intensidade da doença é variável,
mas sabe-se que ela atinge mais animais jovens, principalmente os que estão em
aleitamento.
O tratamento dessa doença é feito com a total
desinfecção do local, fervura ou pasteurização do leite destinado ao consumo
humano ou de outros animais, tratamento com medicação nas feridas dos animais e
tratamento com tônicos cardíacos em animais com muita fraqueza.
No Brasil, a prevenção dessa doença é feita por
meio de vacina obrigatória aplicada de 6 em 6 meses, a partir do terceiro mês
de vida do animal. A vacinação é obrigatória a todos os criadores de animais,
de forma que as recomendações do fabricante com relação à dosagem, prazo de
validade, modos de conservação, entre outros, sejam obedecidas.
No estado de Pernambuco, a campanha de vacinação
começará no dia1º de julho, na qual o governo estadual em parceria com o
governo municipal se prontificou em fornecer as doses da vacina contra a febre
aftosa. Os criadores do município de Tabira que solicitaram a vacina poderão ir
recebê-las na Secretaria de Agricultura, levando o reservatório (isopor) com
gelo a partir do mês de julho, data ainda não fornecida pela ADAGRO).
Informações, ligar para os telefones: (87)
96675577 / 91313702
JANDSON MENESES BARBOSA – ENGENHEIRO AGRÍCOLA /
DIR. DE AGRICULTURA DE TABIRA
0 Tabira-PE com a COODAPIS recebe do PRORURAL um Entreposto de mel arrojado em 2013.
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Marcadores:
Agricultura,
Investimentos,
Tabira

Dia 14 de Junho na Câmara de Vereadores de Tabira-PE o PRORURAL vai apresentar o primeiro projeto aprovado dentro das Redes Produtivas do Programa de financiamento pelo PRORURAL em 2013, a COODAPIS sai na frente com a construção de um entreposto arrojado, com mais de (1800 m2), com equipamentos de ponta tanto na recepção quanto no envaze e rotulagem do mel, o investimento tem um valor significativo pelo complexo da atividade desenvolvida pela COODAPIS que chegam na ordem de R$ 1.490,000,00( Um Milhão Quatrocentos e Noventa mil Reais). Essa obra está prevista para começa em Julho de 2013, parte dela já estão concluídas,
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