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0 Conheça o homem que fugiu da morte sete vezes e ainda ganhou na loteria
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
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Curiosidades
A vida de Frane Selak não é nada pacata – ele é considerado um dos homens mais azarados do mundo. E um dos mais sortudos também
O final de semana está se aproximando e, logicamente, duas coisas passam pela sua cabeça: a) você vai poder sair, ver seus amigos e quem mais quiser; b) você está muito, muito cansado. E, pensando um pouco em dar uma injeção de ânimo para você, que saiu da cama hoje como se fosse um personagem de The Walking Dead, nós vamos contar a história abaixo.
Às vezes a gente só precisa mesmo de alguma história de sucesso para ter aquele tiquinho de incentivo que faltava para terminar o dia bem e/ou parar de reclamar da vida. O caso que você vai conhecer a seguir é tão surpreendente que chega a parecer mentira, mas não é. Estamos falando de um senhor de 85 anos chamado Frane Selak.
Passeio de trem
Fonte da imagem: Reprodução/TheGuardian
Nascido na Croácia, Selak trabalhou como professor de música e agora, aos 85 anos, está aposentado. Esse simpático senhor poderia facilmente deter dois títulos completamente opostos: o de homem mais azarado do mundo e o de a pessoa com mais sorte de todos os tempos. Pode, Arnaldo? Pode.
Tudo começou em 1962, durante uma viagem de trem a Dubrovnik. O passeio ia bem até que um acidente fez com que o trem simplesmente saísse dos trilhos e despencasse em um rio que, detalhe, estava congelado. Saldo para nosso viajante: um braço quebrado e hipotermia, o que foi resolvido assim que o resgate chegou. Os outros passageiros não tiveram a mesma sorte.
Olha o aviãozinho
Fonte da imagem: Reprodução/MikeHawkey
No ano seguinte, Selak decidiu fazer uma viagem de avião, mas, durante o voo, uma porta da aeronave simplesmente arrebentou. Nosso viajante azarado foi arremessado para fora do avião – detalhe: sem paraquedas. O que é que acontece com alguém que cai de um avião em pleno voo? A pessoa morre, certo? Se essa pessoa for Selak, errado – o cara teve a sorte de cair sobre um monte de palha. Ele estava inconsciente quando foi resgatado, mas se recuperou bem, com apenas alguns arranhões. Os outros passageiros do avião morreram.
Selak esperou três anos para quase morrer novamente. Era apenas uma viagem de ônibus, mas o veículo acabou despencando e indo parar em um rio. Como essa não era a primeira vez que algo do tipo acontecia com a pessoa que mais driblou a morte nos últimos tempos, o professor apenas saiu nadando, são e salvo, com apenas alguns arranhõezinhos para contar história.
A saga continua
Fonte da imagem: Reprodução/Totalfratmove
Depois de três quase mortes, é normal que uma pessoa se sinta um pouco desmotivada – tipo você hoje, com aquela preguiça pós-almoço –, e, talvez por isso, Selak resolveu passar um tempo mais retirado, evitando pisar em trens, ônibus e aviões. Essa reclusa durou quatro anos e, num belo dia, quando tinha decidido dar uma voltinha de carro, o veículo pegou fogo enquanto Selak estava ao volante – ele saltou para fora do automóvel e correu a ponto de conseguir fugir da grande explosão que aconteceu alguns segundos depois.
Se o acidente de avião fez com que Selak nunca mais pisasse em uma aeronave, o de carro parece não ter sido assim tão traumático e, logo depois da explosão, ele comprou outro automóvel. E aí, leitor, você acha que essa foi uma boa ideia? É lógico que não foi! O carro novo durou três anos até explodir novamente. A diferença é que, dessa vez, Selak teve alguns ferimentos e queimaduras, e não apenas arranhões. Mas nada mais sério.
Período sabático
Fonte da imagem: Reprodução/Naturalhighsafaris
Depois disso, algo poderoso deve ter acontecido, talvez o professor tenha começado a usar algum tipo de armadura ou capacete fixo, a gente não sabe. O fato é que ele ficou mais de 20 anos sem sofrer acidente algum. Será que ele poderia viver feliz para sempre acreditando que tudo o que havia de ruim já tinha acontecido em sua vida? Ah, não sejamos assim tão ingênuos...
Nós já percebemos que usar meios de transporte não era exatamente a melhor escolha para Selak, mas será que ele correria algum tipo de perigo enquanto estivesse andando? Um palpite. É o que você tem para responder a essa pergunta.
Durante uma caminhada em Zagreb, Selak foi atropelado por um ônibus e – adivinha – saiu ileso! Depois de tanta sorte, o cara já estava acreditando que tinha algum poder mutante – Fênix, é você? – e poderia correr riscos sem grandes problemas. Então, nesse caso, por que não arriscar a vida em algumas montanhas?
Rico e invencível
Fonte da imagem: Reprodução/Telegraph
Em 1996, Selak resolveu sair dirigindo em regiões montanhosas e, de repente, achou que seria uma boa ideia parar em uma esquina e observar um caminhão que vinha em sua direção e, sem ter para onde fugir, ele foi contra uma barragem e acabou despencando de uma altura de mais de 90 metros. No meio do caminho, porém, tinha uma árvore e, claro, nosso ninja agarrou-se a ela e escapou do carro que despencava.
O homem ficou conhecido como o mais sortudo de todos os tempos, embora esse título seja controverso: é sorte escapar da morte, mas é sorte também sofrer tantos acidentes assim? Foi essa dúvida que Selak quis sanar em 2003, quando resolveu apostar na loteria. Resultado: ele ganhou US$ 1 milhão.
Cinco anos depois de engordar seu saldo bancário, ele começou a distribuir dinheiro para seus familiares e amigos. Um dos bens que ele tinha adquirido era uma casa em uma ilha, mas a propriedade foi vendida e o dinheiro, doado. Ele dizia que já tinha tudo o que precisava para se considerar feliz – o único dinheiro que ele guardou foi o usado para fazer uma cirurgia no quadril e construir um santuário para a Virgem Maria.
0 The Walking Dead da vida Real - O caso do haitiano zumbi que voltou para casa 21 anos depois de morto
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
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Curiosidades
Clairvius Narcisse afirma ter sido vítima de algum ritual vudu. Confira a seguir essa história bizarra
Zumbis existem de verdade? Nem tente bancar o cientificamente correto aqui e dizer que eles não existem, porque a história que vamos contar para você a seguir pode mudar suas convicções. Portanto, antes de qualquer coisa, abra a cabeça – não precisa ser literalmente.
O haitiano Clairvius Narcisse ficou muito doente em 1962, tendo vivido momentos de febre, dor intensa e relatado a sensação de mosquitos perfurando sua pele. Isso sem falar na extrema dificuldade que sentia para respirar. Ele então foi levado ao hospital, onde foi atendido por dois médicos, mas, pouco tempo depois, foi declarado morto. O velório foi breve e o enterro foi logo realizado.
Narcisse, no entanto, disse nunca ter morrido de verdade. O que aconteceu foi que ele acordou, meio perturbado, dentro de um caixão e enterrado. O haitiano acredita que foi envenenado e vítima de algum tipo de feitiço. Na noite seguinte, ele foi exumado por um shaman vudu e levado a um lugar desconhecido. Detalhe: ele recebeu uma mistura que o deixava em estado de zumbi.
Escravo
Fonte da imagem: Reprodução/queromedo
Depois disso, Narcisse afirma ter se tornado um escravo, sendo forçado a trabalhar dia e noite em uma plantação de cana-de-açúcar – todos os dias, ele e os outros presos recebiam a mesma mistura que os transformavam em trabalhadores-zumbis. Seria esse o plano mais macabro de todos os tempos?
O fato é que os presos foram liberados em determinado momento e Narcisse afirma ter passado 18 anos vagando pelas ruas, procurando sua família, que a essa altura tinha absoluta certeza de sua morte. Em 1981, enquanto vagava por um vilarejo, Narcisse reconheceu sua irmã e ela também o reconheceu – pelo menos foi isso o que deu para entender pelos gritos assustados e altos que ela deu. Ele convenceu a irmã de que era ele quando usou um apelido que apenas a família conhecia.
Reencontro
Narcisse aponta para o próprio nome em seu túmulo.Fonte da imagem: Reprodução/Kreyolicious
Os vizinhos também reconheceram Narcisse e logo um médico psiquiatra foi chamado para ajudar a entender o acontecido. O haitiano respondia a todas as perguntas pessoais e da família sem o menor problema. Quando todos confirmaram mesmo que Narcisse era Narcisse, a imprensa internacional logo apareceu para cobrir a história mais do que bizarra.
Além do médico e da imprensa, um pesquisador de Harvard, Wade Davis, demonstrou muito interesse em estudar o caso. Davis, um especialista no uso de plantas por seres humanos, afirmou que o haitiano poderia mesmo ter sido obrigado a usar alguma substância que o deixasse sedado e subordinado.
O pesquisador explicou ainda que uma toxina conhecida como TTX pode deixar o corpo de uma pessoa em estado de morte – quando alguém ingere essa toxina, fica catatônico e com pouquíssimos sinais vitais. No Haiti, o TTX pode ser encontrado em uma espécie de sapo.
Davis acredita que a substância responsável por deixar Narcisse alucinado e trabalhando como escravo por tanto tempo é uma toxina conhecida como Datura stramonium. E aí, o que você acha dessa história completamente maluca? O caso nunca foi completamente desvendado.
0 Garota faz foto com iPhone roubado e posta no Facebook do dono por engano
quarta-feira, 29 de maio de 2013
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Curiosidades
Dono divulgou o caso na rede social e post já tem milhares de compartilhamentos
Uma garota ainda não identificada arranjou uma confusão das grandes para si. Com um iPhone supostamente roubado em mãos, fez uma daquelas tradicionais fotos no espelho e postou no Facebook. O detalhe é que ela não viu que estava logada na conta do homem que se identificou como dono do aparelho e a imagem acabou saindo na página dele (print acima).
Leia Mais....
Nos comentários, amigos do dono estranharam a foto da desconhecida. Em resposta, ele se dispôs a tentar negociar para reaver amigavelmente o aparelho, sugerindo que a menina que aparece na imagem pode ter comprado ou ganhado de presente o aparelho roubado.
O dono disse no Facebook que tentou contato com a suposta receptadora. Em um primeiro momento, o telefone chegou a chamar. Logo após, entretanto, o dispositivo foi desligado e, de acordo com o proprietário, não pode ser reiniciado, pois exigia senha.
Não há, ainda, informações sobre como o iPhone chegou até a garota da foto.
0 Diferença entre Motoqueiro e Motociclista
sexta-feira, 24 de maio de 2013
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Curiosidades
Aproveitando o grande evento que o V encontro de Motociclistas de tabira, a redação do Blog o Diário teve a grande ideia de fazer esta matéria para tirar a duvida de muita gente, e enaltecer o imagem dos caros amigos e companheiros Motociclistas.
Uma das maiores discussões do mundo das duas rodas é essa: qual a diferença entre motoqueiro e motociclista? É sabido que os motociclistas entendem como xingamento quem os chamam de motoqueiros e o motivo disso responde a essa grande pergunta.
A explicação para essa diferença, é a seguinte: motociclistas encaram a moto como prazer,hobby, diversão e passeio, respeito às leis de transito e aos demais que também estão no trânsito como carros e pedestres. Já os motoqueiros, que geralmente utilizam suas motos (na maioria das vezes de baixa cilindrada) para trabalhar, quase não respeitam as leis de transito, são encrenqueiros e usam corredores entre os carros para se locomover. Claro, existem os motoqueiros que são profissionais e podem ser comparados com os motociclistas, mas entre eles (motoqueiros e motociclistas) se usa moto só para trabalho ou com irresponsabilidade, você é um motoqueiro. Mesmo se sua moto tiver mais de 1000 cilindradas.
Em suma, quem ama sua moto, pode ser considerado um autêntico motociclista e é hoje, no dia deles, que essa diferença fica mais clara.
O Blog o Diário parabeniza à todos aqueles que amam suas motocas e tem o respeito como assessório obrigatório, do mesmo modo que o capacete!
0 01 de Maio dia do trabalho
quarta-feira, 1 de maio de 2013
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Curiosidades
“A história do Primeiro de Maio mostra, portanto, que se trata de um dia de luto e de luta, mas não só pela redução da jornada de trabalho, mais também pela conquista de todas as outras reivindicações de quem produz a riqueza da sociedade.” Perseu Abramo
Em 1º de Maio de 1886, na cidade de Chicago, principal centro industrial dos Estados Unidos da época, milhares de trabalhadores saíram às ruas em passeata para protestar contra as condições de trabalho. Eles eram submetidos a uma jornada diária de 13 horas, e reivindicavam a redução para oito, como é atualmente. Naquele dia, o tumulto tomou conta da cidade. Pessoas foram presas, muitas ficaram feridas e algumas chegaram a morrer no conflito com a polícia.
No ano de 1889, em homenagem à greve geral de Chicago, o Congresso Socialista, em Paris, instituiu a data de 1º de Maio como o Dia Mundial do Trabalho. No Brasil, o reconhecimento só ocorreu em 1925, pelo então presidente Arthur Bernardes, que decretou 1º de Maio como feriado nacional. Comícios, passeatas e manifestações sindicais costumam marcar a passagem da data.
Língua Grande \Cultural
0 30 de abril dia Nacional da Mulher
terça-feira, 30 de abril de 2013
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Curiosidades
Foi no dia 30 de abril que nasceu a fundadora do Conselho Nacional da Mulheres, Sra. Jerônima Mesquita. Como homenagem àquela extraordinária mulher, grande filantropa, foi escolhido o dia de seu nascimento para se comemorar o Dia Nacional da Mulher.
Derrubaram-se tabus, obstáculos foram vencidos, a ocupação dos espaços foi iniciada. Graças à coragem de muitas, as mulheres conquistaram o direito ao voto, a chefia dos lares, colocação profissional, independência financeira e liberdade sexual. Apesar de válidas, essas aberturas ainda são uma gota num oceano de injustiças e preconceitos.
No último século, o movimento feminista contribuiu imensamente para a efetivação das conquistas das mulheres. Embora muito tenha sido feito, as respostas às questões femininas são pouco eficazes, já que os homens ainda detêm a hegemonia em diversos setores sociais. As politicas públicas ainda devem muitos feitos à população feminina.
Prova da necessidade de maior reconhecimento da mulher é a própria institucionalização de uma data-homenagem; se a sociedade efetivamente tivesse incorporado a idéia de que os dois sexos estão em pé de igualdade, não haveria necessidade de se criar um dia para lembrá-la; seria uma atitude inútil e redundante.
A busca incessante por um lugar ao sol está apenas começando. As mulheres seguem às voltas com os mais variados tipos de violência: no lar, no trabalho e na sociedade. São vítimas, na maioria das vezes silenciosas e indefesas, de agressões físicas, sexuais e psicológicas de todos os tipos e intensidades. E de outras tantas formas de violência, bem mais sutis, embora não menos perversas, como a desvalorização no mercado de trabalho (recebendo salários sempre menores do que os homens que exercem as mesmas funções), as dificuldades de ascensão a postos de comando (nas empresas e na política) e a dupla jornada, entre outras tantas.
Ao contrário do que se possa pensar, não é necessária uma "Guerra dos Sexos" para que o quadro de injustiças se reverta. Sem destituir-se de sua feminilidade, as mulheres podem engajar-se numa luta forte, mas não necessariamente agressiva. Provar ao mundo que não é necessário se revestir de um invólucro masculino para intimidar seus oponentes. A força feminina é suave e poderosa por si só.
A história de lutas e conquistas de tantas mulheres, muitas delas mártires de seu ideal, no decorrer de quase dois séculos, leva a humanidade a iniciar um novo milênio diante da constatação de que ela buscou e conquistou seu lugar. Mais que isso, assegurou seu direito à cidadania, legitimando seu papel enquanto agente transformador.
Fonte: Planeta news
0 A Orientação do Pombo-Correio!!!
domingo, 28 de abril de 2013
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Curiosidades
0 Cortador de cana deixa lavoura para trabalhar comosushiman em Maceió
sábado, 27 de abril de 2013
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Curiosidades
O período de safra da cana-de-açúcar na década de 90, em
Xexéu , município pernambucano, era sempre penoso para o
cortador de cana Rogério Cristóvão da Silva e seus 14 irmãos.
Apesar de tirarem o sustento da família nas lavouras, as
lembranças da época não eram as melhores. Um facão afiado
era a principal ferramenta de trabalho deles, que, sob o sol
quente e em meio a poeira e bichos peçonhentos, desferiam
mais de 10 mil golpes por dia contra a planta que seria moída
para virar açúcar ou álcool.
Na época em que trabalhou na lavoura, desde os 5 até os 18
anos, essa era a única serventia do facão para Rogério. O
cortador de cana coleciona marcas de ferimentos causados por
um erro de cálculo no manuseio do objeto. Mal sabia ele que,
alguns anos depois, a lâmina teria uma serventia bem menos
braçal.
Hoje, aos 30 anos, Silva, a esposa e uma filha do casal moram
em uma casa própria em Maceió , comprada com o dinheiro
arrecadado com a nova profissão: sushiman. Sua história de
vida, diz ele, é contada para poucos. E foi em uma dessas
conversas informais, entre a preparação de um temaki e uma
barca de sashimis, que Silva afirmou à reportagem do G1 que
não foi nada fácil o caminho percorrido da lavoura até sua
contratação como chef de um restaurante de comida japonesa
em um shopping da capital alagoana.
"Meu pai era muito ignorante. Quando eu tinha cinco anos ele
já me levou para cortar cana. A gente passava o dia na
lavoura. Em média, a gente cortava umas sete toneladas de
cana por dia. Isso rendia R$ 30,00. Quando a gente chegava
em casa era só o tempo de comer e cair na cama, a exaustão
e o sofrimento eram grandes. Cheguei a chorar várias vezes
no meio das canas", relembra.
Rogério afirma que, desde jovem, sabia que essa não era a
vida que queria para ele. Chegou a se mudar para Mato
Grosso do Sul aos 18 anos para tentar ganhar dinheiro em uma
colheita de cana, mas ele descreve o período como o pior da
sua vida. "O clima era péssimo, seco, muito mais calor do que
em Pernambuco . Não me adaptei à comida, passava mal e
depois de sete meses acabei voltando para Xexéu", relembra.
Uma chance para o futuro
Um convite de um amigo para passar uns dias conhecendo a
capital alagoana foi o começo de toda a mudança na vida do
ex-cortador de cana. Maravilhado com as belezas naturais da
cidade, Rogério decidiu ficar de vez em Maceió, casou e
começou a trabalhar como ajudante de pedreiro.
"Eu fazia todo serviço que aparecia. Vivi algum tempo de favor
na casa do meu amigo e depois consegui alugar um quartinho.
Em um dos serviços, me chamaram para ajudar na construção
de um restaurante de comida japonesa. Foi a primeira vez que
ouvi e vi esse tipo de comida. Não gostava, mas hoje acho
gostosa", diverte-se ao lembrar da dificuldade em se
acostumar com o sabor da culinária japonesa.
Apesar do jeito brejeiro, como ele mesmo se intitula, Silva
conseguia conquistar os chefes pelo carisma e iniciativa no
trabalho. Quando o restaurante inaugurou, pedi para
acompanhar a cozinha. Comecei lavando os pratos, depois
descascando os legumes, em seguida já estava fazendo a
preparação dos alimentos para o sushiman. Eu queria aprender
tudo, não negava serviço porque esperava ter uma chance",
destaca.
Silva demonstra intimidade com a cozinha nipônica.
De ajudante de sushiman para comandar a cozinha foi um pulo.
Em um dia de necessidade, o ex-cortador de cana começou a
preparar os pratos e seu salário foi acompanhando a promoção
profissional. Ele conta que não fez curso algum. "Aprendia
olhando e muitos sushimans me ajudaram dando dicas".
Entre idas e vindas em restaurantes, hoje, Silva é o sushiman
de um restaurante em um shopping de Maceió. Continua tendo
intimidade com o facão, mas agora cortando filetes de salmão,
atum e outros tipos de peixe. A clientela aprova as habilidades
dele na culinária oriental. "Tudo que ele faz é delicioso e o
diferencial é o atendimento, sou muito bem tratada aqui",
afirma a funcionária pública Suzy Melo.
Empreendedorismo
Há quase 10 anos no mercado, Rogério já começa a alçar voos
solos. Mesmo tendo recebido propostas de outros restaurantes
japoneses, Rogério é fiel ao chefe, mas complementa sua renda
com encomendas em festas particulares.
"As pessoas que conhecem meu trabalho me contratam para
jantares, aniversários e festas. Eu aprendi a calcular a mão de
obra e material, preço dos peixes, tudo sou eu que levo para
a casa do cliente. Meu chefe até me apoia, porque,
indiretamente, eu acabo divulgando o restaurante também",
contou.
Sushiman mostra com orgulho o resultado do nova profissão.
No réveillon deste ano, Silva foi contratado com outros cinco
sushimans para produzir mais de 60 mil peças de sushi para
uma festa particular da cidade. "Foi cansativo, mas, com o
dinheiro extra, comprei uma moto e estou investindo nos
estudos da minha filha, disse.
Entre peças de sushi com nomes como uramaki, temaki,
sunomono entre outras, a surpresa foi quando rogério revelou
que é analfabeto. "Eu decorei o cardápio, pode perguntar
qualquer coisa daí que eu sei o que é, mas fora do cardápio aí
já complica", disse o sushiman que destacou ainda a vontade
de ter um negócio próprio.
Procurado pela reportagem do G1 , o gerente de atendimento
do Sebrae, Marcos Alencar, foi informado sobre a situação e
afirmou que a determinação e visão empreendedora do agora
sushiman são louváveis, mas que não pode parar aí. "É
fundamental que ele se alfabetize, pois como ele vai assinar
contratos sem saber ler? É importante também que ele tenha
cursos sobre como gerir seus negócios e que ele se capacite,
ainda mais em uma culinária onde os consumidores são mais
exigentes. Depois ele deve formalizar-se como
microempresário", aconselha Alencar.
Rogério Cristóvão da Silva, o ex-cortador de cana que hoje
sustenta a família com o que ganha trabalhando com a
culinária japonesa, brinca que não é preciso ser apressado
"para comer cru". Ele garante que paciência e determinação
são algumas de suas virtudes e afirma que o início dos estudos
é prioridade na sua vida a partir de agora. "Preciso manter
meu negócio e dar um bom exemplo para minha filha", diz.
Xexéu , município pernambucano, era sempre penoso para o
cortador de cana Rogério Cristóvão da Silva e seus 14 irmãos.
Apesar de tirarem o sustento da família nas lavouras, as
lembranças da época não eram as melhores. Um facão afiado
era a principal ferramenta de trabalho deles, que, sob o sol
quente e em meio a poeira e bichos peçonhentos, desferiam
mais de 10 mil golpes por dia contra a planta que seria moída
para virar açúcar ou álcool.
Na época em que trabalhou na lavoura, desde os 5 até os 18
anos, essa era a única serventia do facão para Rogério. O
cortador de cana coleciona marcas de ferimentos causados por
um erro de cálculo no manuseio do objeto. Mal sabia ele que,
alguns anos depois, a lâmina teria uma serventia bem menos
braçal.
Hoje, aos 30 anos, Silva, a esposa e uma filha do casal moram
em uma casa própria em Maceió , comprada com o dinheiro
arrecadado com a nova profissão: sushiman. Sua história de
vida, diz ele, é contada para poucos. E foi em uma dessas
conversas informais, entre a preparação de um temaki e uma
barca de sashimis, que Silva afirmou à reportagem do G1 que
não foi nada fácil o caminho percorrido da lavoura até sua
contratação como chef de um restaurante de comida japonesa
em um shopping da capital alagoana.
"Meu pai era muito ignorante. Quando eu tinha cinco anos ele
já me levou para cortar cana. A gente passava o dia na
lavoura. Em média, a gente cortava umas sete toneladas de
cana por dia. Isso rendia R$ 30,00. Quando a gente chegava
em casa era só o tempo de comer e cair na cama, a exaustão
e o sofrimento eram grandes. Cheguei a chorar várias vezes
no meio das canas", relembra.
Rogério afirma que, desde jovem, sabia que essa não era a
vida que queria para ele. Chegou a se mudar para Mato
Grosso do Sul aos 18 anos para tentar ganhar dinheiro em uma
colheita de cana, mas ele descreve o período como o pior da
sua vida. "O clima era péssimo, seco, muito mais calor do que
em Pernambuco . Não me adaptei à comida, passava mal e
depois de sete meses acabei voltando para Xexéu", relembra.
Uma chance para o futuro
Um convite de um amigo para passar uns dias conhecendo a
capital alagoana foi o começo de toda a mudança na vida do
ex-cortador de cana. Maravilhado com as belezas naturais da
cidade, Rogério decidiu ficar de vez em Maceió, casou e
começou a trabalhar como ajudante de pedreiro.
"Eu fazia todo serviço que aparecia. Vivi algum tempo de favor
na casa do meu amigo e depois consegui alugar um quartinho.
Em um dos serviços, me chamaram para ajudar na construção
de um restaurante de comida japonesa. Foi a primeira vez que
ouvi e vi esse tipo de comida. Não gostava, mas hoje acho
gostosa", diverte-se ao lembrar da dificuldade em se
acostumar com o sabor da culinária japonesa.
Apesar do jeito brejeiro, como ele mesmo se intitula, Silva
conseguia conquistar os chefes pelo carisma e iniciativa no
trabalho. Quando o restaurante inaugurou, pedi para
acompanhar a cozinha. Comecei lavando os pratos, depois
descascando os legumes, em seguida já estava fazendo a
preparação dos alimentos para o sushiman. Eu queria aprender
tudo, não negava serviço porque esperava ter uma chance",
destaca.
Silva demonstra intimidade com a cozinha nipônica.
De ajudante de sushiman para comandar a cozinha foi um pulo.
Em um dia de necessidade, o ex-cortador de cana começou a
preparar os pratos e seu salário foi acompanhando a promoção
profissional. Ele conta que não fez curso algum. "Aprendia
olhando e muitos sushimans me ajudaram dando dicas".
Entre idas e vindas em restaurantes, hoje, Silva é o sushiman
de um restaurante em um shopping de Maceió. Continua tendo
intimidade com o facão, mas agora cortando filetes de salmão,
atum e outros tipos de peixe. A clientela aprova as habilidades
dele na culinária oriental. "Tudo que ele faz é delicioso e o
diferencial é o atendimento, sou muito bem tratada aqui",
afirma a funcionária pública Suzy Melo.
Empreendedorismo
Há quase 10 anos no mercado, Rogério já começa a alçar voos
solos. Mesmo tendo recebido propostas de outros restaurantes
japoneses, Rogério é fiel ao chefe, mas complementa sua renda
com encomendas em festas particulares.
"As pessoas que conhecem meu trabalho me contratam para
jantares, aniversários e festas. Eu aprendi a calcular a mão de
obra e material, preço dos peixes, tudo sou eu que levo para
a casa do cliente. Meu chefe até me apoia, porque,
indiretamente, eu acabo divulgando o restaurante também",
contou.
Sushiman mostra com orgulho o resultado do nova profissão.
No réveillon deste ano, Silva foi contratado com outros cinco
sushimans para produzir mais de 60 mil peças de sushi para
uma festa particular da cidade. "Foi cansativo, mas, com o
dinheiro extra, comprei uma moto e estou investindo nos
estudos da minha filha, disse.
Entre peças de sushi com nomes como uramaki, temaki,
sunomono entre outras, a surpresa foi quando rogério revelou
que é analfabeto. "Eu decorei o cardápio, pode perguntar
qualquer coisa daí que eu sei o que é, mas fora do cardápio aí
já complica", disse o sushiman que destacou ainda a vontade
de ter um negócio próprio.
Procurado pela reportagem do G1 , o gerente de atendimento
do Sebrae, Marcos Alencar, foi informado sobre a situação e
afirmou que a determinação e visão empreendedora do agora
sushiman são louváveis, mas que não pode parar aí. "É
fundamental que ele se alfabetize, pois como ele vai assinar
contratos sem saber ler? É importante também que ele tenha
cursos sobre como gerir seus negócios e que ele se capacite,
ainda mais em uma culinária onde os consumidores são mais
exigentes. Depois ele deve formalizar-se como
microempresário", aconselha Alencar.
Rogério Cristóvão da Silva, o ex-cortador de cana que hoje
sustenta a família com o que ganha trabalhando com a
culinária japonesa, brinca que não é preciso ser apressado
"para comer cru". Ele garante que paciência e determinação
são algumas de suas virtudes e afirma que o início dos estudos
é prioridade na sua vida a partir de agora. "Preciso manter
meu negócio e dar um bom exemplo para minha filha", diz.
0 A história do Cristo Redentor
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Curiosidades
Cristo Redentor, braços abertos sobre a Guanabara – essa é uma das canções que fazem referência a um dos monumentos mais lindos e mais visitados do mundo – O Cristo do Rio de Janeiro.
A inauguração desse monumento de números fantásticos aconteceu em 12 de agosto de 1931. O Cristo Redentor tem 38 metros de altura, peso de 1145 toneladas e está localizado no topo do morro Corcovado, a 710 metros do nível do mar, no Parque Nacional da Tijuca. Realmente o Cristo representa uma das mais belas visões que alguém pode ter, e é um verdadeiro ícone do turismo brasileiro.
Tanto que, em 2007, o monumento do Cristo foi eleito uma das maravilhas do mundo.
A história dessa maravilha remete a uma ideia que vem do ano 1859. Numa visita ao Rio de Janeiro, o padre Pedro Maria Boss, sugeriu que fosse erguido no topo do morro do Corcovado um monumento religioso.
Essa sugestão foi levada à princesa Isabel, que deu o primeiro apoio oficial ao projeto. Mas isso só veio a tornar-se realidade depois de 1912, quando o Cardeal Dom Joaquim Arcoverde, passou a perseguir a idéia da construção de um Cristo para mostrar que a Igreja católica estava presente entre o povo brasileiro.
Em 1921 o projeto do Cristo Redentor foi retomado, tendo como foco as comemorações do Centenário da Independência do Brasil. O morro do Corcovado foi escolhido para abrigar o monumento por se tratar do local mais alto da cidade.
Em 1922, um abaixo-assinado com mais de 20 mil nomes solicitou ao presidente Epitácio Pessoa que a estátua fosse construída. O presidente, então, doou o topo do Morro do Corcovado para a construção do monumento.
A pedra fundamental do Cristo Redentor foi lançada no dia 4 de abril de 1922. E em 1923, o projeto do engenheiro Heitor da Silva Costa foi escolhido para a obra.
A imagem do Cristo foi desenhada pelo artista plástico Carlos Oswald e projetada pelo arquiteto francês Paul Landowsky.
A campanha que arrecadou fundos para a construção do Cristo durou dez anos e o monumento foi feito com esse dinheiro. Ao contrário do que muitos pensam, o Cristo não foi construído com doações da França, e muito menos foi um presente do governo francês para o Brasil.
A obra iniciou-se em 1926, e toda a montagem durou cinco anos, sendo finalizada em 1931.
Em 1931, na ocasião da inauguração do Cristo Redentor, o mau tempo impossibilitou uma visão espetacular do monumento. Mesmo assim, a cerimônia contou com a presença do chefe do Governo Provisório, Getúlio Vargas e com a Bênção do cardeal Dom Sebastião Leme.
Datas importantes na história do Cristo Redentor:
Tanto que, em 2007, o monumento do Cristo foi eleito uma das maravilhas do mundo.
A história dessa maravilha remete a uma ideia que vem do ano 1859. Numa visita ao Rio de Janeiro, o padre Pedro Maria Boss, sugeriu que fosse erguido no topo do morro do Corcovado um monumento religioso.
Essa sugestão foi levada à princesa Isabel, que deu o primeiro apoio oficial ao projeto. Mas isso só veio a tornar-se realidade depois de 1912, quando o Cardeal Dom Joaquim Arcoverde, passou a perseguir a idéia da construção de um Cristo para mostrar que a Igreja católica estava presente entre o povo brasileiro.
Em 1922, um abaixo-assinado com mais de 20 mil nomes solicitou ao presidente Epitácio Pessoa que a estátua fosse construída. O presidente, então, doou o topo do Morro do Corcovado para a construção do monumento.
A pedra fundamental do Cristo Redentor foi lançada no dia 4 de abril de 1922. E em 1923, o projeto do engenheiro Heitor da Silva Costa foi escolhido para a obra.
A imagem do Cristo foi desenhada pelo artista plástico Carlos Oswald e projetada pelo arquiteto francês Paul Landowsky.
A campanha que arrecadou fundos para a construção do Cristo durou dez anos e o monumento foi feito com esse dinheiro. Ao contrário do que muitos pensam, o Cristo não foi construído com doações da França, e muito menos foi um presente do governo francês para o Brasil.
A obra iniciou-se em 1926, e toda a montagem durou cinco anos, sendo finalizada em 1931.
Em 1931, na ocasião da inauguração do Cristo Redentor, o mau tempo impossibilitou uma visão espetacular do monumento. Mesmo assim, a cerimônia contou com a presença do chefe do Governo Provisório, Getúlio Vargas e com a Bênção do cardeal Dom Sebastião Leme.
Datas importantes na história do Cristo Redentor:
- Em 1932, o Cristo ganhou uma iluminação definitiva.
Em 1942, uma estrada de cimento foi construída para facilitar o acesso de automóvel ao Morro do Corcovado. - Em 1973, o conjunto paisagístico do monumento foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (Iphan).
- Em 1980, o monumento recebeu a primeira reforma por conta da visita do Papa João Paulo II ao Brasil.
- Em 2005, 17 integrantes do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural aprovaram, por unanimidade, o tombamento do Cristo Redentor.
- Em sete de julho de 2007, o Cristo Redentor foi eleito como uma das Novas Sete Maravilhas do Mundo, com mais de 100 milhões de votos.
Vídeos - Documentário da Construção do Cristo Redentor e Especial:
Documentário:
Especial sobre o Cristo Redentor:
0 Jogada de marketing
quinta-feira, 11 de abril de 2013
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Curiosidades
Globo faz um grande trabalho de
marketing para aumentar o ibope de sua grade de programação, com um excelente
trabalho, a Globo colocar todos os telespectadores de sua emissora em total expectativa.
Sem saber o que tinha por vim na programação da Rede Globo, muitos telespectadores
ficaram na maior euforia para saber o que “VEM AI”, colocando chamadas na sua
grade de programação, com pouco a se mostrar a chamada do VEM AI fez muitas
pessoas imaginarem o que vinha por ai, novelas, filmes, programas ou mini-seres
afinal ninguém sabia o que realmente era.
Olha só isso, para a surpresa de todos não era nada, apenas a nova
grade de programação de rede de televisão que vinha com alguns novos programas,
filmes inéditos e algumas mini-series, na verdade nada de novo, mais para que o
ibope de emissora voltasse a ser como era em todas essas programações, ela atentou
para essa jogada que aparentemente deu certo.
Mais não é a primeira vez que vemos, uma grande jogada de marketing
como essa; outra muito semelhante a essa aconteceu há pouco tempo pra ser mais
especifico em 2005, quando estava para ser lançada, a Coca Cola Zero, ninguém
nunca imaginou uma Coca Cola que não tivesse açúcar na sua composição, teria o
mesmo sabor? Bem acho que os consumidores fanáticos por coca cola nunca
pensaram nesta possibilidade. Pois bem a Coca Cola pensou.
Mais como mudar algo que para muitos já estava pode se disser que
perfeito, ai que vem a grande jogada, o trabalho de marketing era fundamental
para isso, fazer com que os consumidores tivessem algo novo mais sem nem se
quiser notar tal diferença era algo que devia ser trabalhado, então venho a
grande chamada de algo novo, todos os dias no intervalo da novela das nove da
rede globo, horário de mais ibope venho aquele novidade que ate então era
apenas algo de novo no mercado ninguém nem imaginava o que seria.
Você caro internauta lembra-se de dos tais videos? se não aqui esta, alguns para você relembrar
Então depois de muitas chamadas no horário de maior ibope daquela expectativa
do que era aquilo que vinha para mudar a Coca Cola venho a grande surpresa uma
Coca Cola com zero açúcar, mais com todos já estavam na maior expectativa de
como era aquela nova Coca Cola, quando foi no dia do lançamento estava todos os
supermercados lotados com consumidores querendo a mais nova novidade que foi
esperada por quase um mês.





